Os melhores filmes brasileiros de todos os tempos
Os 3 primeiros colocados de acordo com 0 votos de pessoas: Cidade de Deus · Central do Brasil · Limite. (Atualizado 1 de jul. de 2026.)
Uma mistura dos filmes mais votados pela crítica (os rankings da Abraccine de 2015 e 2026) com os grandes sucessos de público e de prêmios do cinema brasileiro.
Principais 25
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1
Cidade de Deus
Fernando Meirelles e Kátia Lund, 2002. O tráfico na favela carioca contado por Buscapé; quatro indicações ao Oscar.
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2
Central do Brasil
Walter Salles, 1998. Fernanda Montenegro e um menino em busca do pai pelo sertão; Urso de Ouro em Berlim.
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3
Limite
Mário Peixoto, 1931. Filme mudo e experimental, eleito o melhor filme brasileiro de todos os tempos pela Abraccine.
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4
Deus e o Diabo na Terra do Sol
Glauber Rocha, 1964. O vaqueiro Manuel entre o beato e o cangaceiro; marco do Cinema Novo.
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5
Vidas Secas
Nelson Pereira dos Santos, 1963. A família de retirantes de Graciliano Ramos fugindo da seca.
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6
Ainda Estou Aqui
Walter Salles, 2024. Fernanda Torres como Eunice Paiva; primeiro Oscar de filme internacional do Brasil.
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7
O Auto da Compadecida
Guel Arraes, 2000. João Grilo e Chicó na adaptação de Ariano Suassuna; a comédia mais amada do país.
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8
Tropa de Elite
José Padilha, 2007. Capitão Nascimento e o BOPE; Urso de Ouro em Berlim.
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9
O Pagador de Promessas
Anselmo Duarte, 1962. Zé do Burro carrega uma cruz até Salvador; única Palma de Ouro do Brasil.
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10
Terra em Transe
Glauber Rocha, 1967. Alegoria política sobre um país imaginário, Eldorado.
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11
Cabra Marcado para Morrer
Eduardo Coutinho, 1984. Documentário retomado 17 anos depois de interrompido pelo golpe de 1964.
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12
O Agente Secreto
Kleber Mendonça Filho, 2025. Wagner Moura no Recife de 1977; melhor direção e melhor ator em Cannes.
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13
Pixote, a Lei do Mais Fraco
Hector Babenco, 1980. Meninos de rua em São Paulo, com atores não profissionais.
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14
Bacurau
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, 2019. Um povoado do sertão some do mapa; Prêmio do Júri em Cannes.
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15
Que Horas Ela Volta?
Anna Muylaert, 2015. Regina Casé como empregada doméstica cuja filha chega a São Paulo.
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16
O Som ao Redor
Kleber Mendonça Filho, 2012. Uma rua de classe média no Recife e a tensão entre vizinhos e seguranças.
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17
Macunaíma
Joaquim Pedro de Andrade, 1969. Grande Otelo como o herói sem nenhum caráter de Mário de Andrade.
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18
O Bandido da Luz Vermelha
Rogério Sganzerla, 1968. O cinema marginal paulista e um assaltante real que virou mito.
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19
Dona Flor e Seus Dois Maridos
Bruno Barreto, 1976. Sônia Braga e o fantasma de Vadinho; recorde de bilheteria por décadas.
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20
Carandiru
Hector Babenco, 2003. As histórias dos presos até o massacre de 1992, a partir do livro de Drauzio Varella.
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21
Eles Não Usam Black-Tie
Leon Hirszman, 1981. Uma greve operária divide pai e filho; Prêmio Especial do Júri em Veneza.
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22
Aquarius
Kleber Mendonça Filho, 2016. Sônia Braga resiste à construtora que quer seu apartamento no Recife.
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23
Ônibus 174
José Padilha, 2002. Documentário sobre o sequestro de um ônibus no Rio transmitido ao vivo em 2000.
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24
Lavoura Arcaica
Luiz Fernando Carvalho, 2001. Selton Mello na adaptação do romance de Raduan Nassar.
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25
Bye Bye Brasil
Carlos Diegues, 1979. Uma trupe mambembe atravessa o país em plena modernização.
Como essa classificação é ordenada? Pelo voto popular: cada ▲ soma um ponto e cada ▼ tira um. Qualquer pessoa pode votar e acrescentar o que falta.
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Comentários (2)
Ainda Estou Aqui já em sexto! Mais do que merecido, a Fernanda Torres está incrível.
O Agente Secreto merece estar mais acima, que filme! Wagner Moura está incrível.