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As frases mais bonitas de Fernando Pessoa

Os 3 primeiros colocados de acordo com 46 votos de pessoas: Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena. · Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada. / À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. · Ó mar salgado, quanto do teu sal / São lágrimas de Portugal!. (Atualizado 8 de jun. de 2026.)

Os versos e frases de Pessoa que todos citam, com o heterónimo que os assina (Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Bernardo Soares) e o livro ou poema de onde vêm.

mochileira_algarve · · 20 itens · 46 votos · 7 comentários · atualizado 8 de jun. de 2026

Principais 12

  1. 1

    Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena.

    «Mar Português», em Mensagem (1934), o único livro em português que publicou em vida.

    ▲ 6 ▼ 0

    6
  2. 2

    Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada. / À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

    Álvaro de Campos, o arranque de «Tabacaria» (1928).

    ▲ 6 ▼ 1

    5
  3. 3

    Ó mar salgado, quanto do teu sal / São lágrimas de Portugal!

    «Mar Português», em Mensagem (1934).

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  4. 4

    Quem quer passar além do Bojador / Tem que passar além da dor.

    «Mar Português», em Mensagem (1934), sobre o cabo que os navegadores dobraram em 1434.

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  5. 5

    Minha pátria é a língua portuguesa.

    Bernardo Soares, Livro do Desassossego (publicado em 1982).

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  6. 6

    Para ser grande, sê inteiro: nada / Teu exagera ou exclui.

    Ricardo Reis, ode de 1933.

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  7. 7

    Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo.

    Bernardo Soares, Livro do Desassossego.

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  8. 8

    O coração, se pudesse pensar, pararia.

    Bernardo Soares, Livro do Desassossego.

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  9. 9

    O mito é o nada que é tudo.

    «Ulisses», em Mensagem (1934), sobre a fundação lendária de Lisboa.

    ▲ 3 ▼ 1

    2
  10. 10

    O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente.

    «Autopsicografia» (1932), assinado pelo próprio Pessoa.

    ▲ 2 ▼ 0

    2
  11. 11

    O universo não é uma ideia minha. / A minha ideia do Universo é que é uma ideia minha.

    Alberto Caeiro, o «mestre» dos heterónimos.

    ▲ 2 ▼ 0

    2
  12. 12

    A solidão desola-me; a companhia oprime-me.

    Bernardo Soares, Livro do Desassossego.

    ▲ 2 ▼ 0

    2

Candidatos

Eles não estão entre os 12 primeiros… ainda. Vote neles para movê-los.

  1. 13

    Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.

    «O Infante», em Mensagem (1934), sobre o Infante D. Henrique.

    ▲ 1 ▼ 0

    1
  2. 14

    Sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura.

    Alberto Caeiro, «O Guardador de Rebanhos», poema VII.

    Adicionado por Margarida Teixeira · ▲ 1 ▼ 0

    1
  3. 15

    O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia.

    Alberto Caeiro, «O Guardador de Rebanhos», poema XX.

    Adicionado por Catarina · ▲ 1 ▼ 0

    1
  4. 16

    Viver não é necessário; o que é necessário é criar.

    Do texto «Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa», a partir do lema «Navegar é preciso; viver não é preciso».

    Adicionado por tracadelivros95 · ▲ 1 ▼ 0

    1
  5. 17

    Todas as cartas de amor são / Ridículas.

    Álvaro de Campos, poema de 1935, pouco antes da morte de Pessoa.

    Adicionado por Rui Carvalho Mendes · ▲ 0 ▼ 0

    0
  6. 18

    Sentir? Sinta quem lê!

    Do poema «Isto» (1933), resposta à «Autopsicografia».

    Adicionado por Rita Pereira · ▲ 0 ▼ 0

    0
  7. 19

    Grandes são os desertos, e tudo é deserto.

    Álvaro de Campos, poema de 1930.

    Adicionado por Joana Pinto Mendes · ▲ 0 ▼ 0

    0
  8. 20

    Pensar é estar doente dos olhos.

    Alberto Caeiro, «O Guardador de Rebanhos», poema II.

    Adicionado por Margarida Teixeira · ▲ 0 ▼ 1

    -1

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Comentários (7)

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Sofia S.

Voltei a esta lista para encontrar o verso do Bojador. Obrigado pelas fontes.

Gonçalo V.

«Tudo vale a pena se a alma não é pequena», a minha favorita.

Francisco Oliveira

«Tudo vale a pena se a alma não é pequena», a frase que tenho tatuada.

Margarida Teixeira

Faltam as do Caeiro, «Sou do tamanho do que vejo» e «pensar é estar doente dos olhos».

Rui Carvalho Mendes

E «Todas as cartas de amor são ridículas» do Álvaro de Campos!

geek_baiana

Tabacaria é o maior poema português do século XX.

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