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Os versos mais conhecidos de Cecília Meireles (com o poema)

Os 3 primeiros colocados de acordo com 36 votos de pessoas: Eu canto porque o instante existe / e a minha vida está completa. / Não sou alegre nem sou triste: / sou poeta. · Não sei se brinco, não sei se estudo, / se saio correndo ou fico tranquilo. · Aprendi com as primaveras / a deixar-me cortar / e a voltar sempre inteira.. (Atualizado 9 de nov. de 2021.)

«Eu canto porque o instante existe», «A vida só é possível reinventada» e «Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta»: os versos de Cecília Meireles que todo mundo conhece, de Viagem ao Romanceiro da Inconfidência e Ou Isto ou Aquilo, com o poema de onde saem — e sem as frases atribuídas a ela por engano.

Diogo Nunes · · 11 itens · 36 votos · 0 comentários

Principais 11

  1. 1

    Eu canto porque o instante existe / e a minha vida está completa. / Não sou alegre nem sou triste: / sou poeta.

    Poema «Motivo», Viagem (1939).

    ▲ 4 ▼ 0

    4
  2. 2

    Não sei se brinco, não sei se estudo, / se saio correndo ou fico tranquilo.

    Poema «Ou isto ou aquilo», Ou Isto ou Aquilo (1964).

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  3. 3

    Aprendi com as primaveras / a deixar-me cortar / e a voltar sempre inteira.

    Poema «Desenho», Mar Absoluto (1945).

    ▲ 3 ▼ 0

    3
  4. 4

    Eu não tinha este rosto de hoje, / assim calmo, assim triste, assim magro.

    Poema «Retrato», Viagem (1939).

    ▲ 3 ▼ 1

    2
  5. 5

    Em que espelho ficou perdida / a minha face?

    Poema «Retrato», Viagem (1939).

    ▲ 3 ▼ 1

    2
  6. 6

    Entre mim e mim, há vastidões bastantes / para a navegação dos meus desejos afligidos.

    Poema «Noções».

    ▲ 3 ▼ 1

    2
  7. 7

    Quanto mais me despedaço, / mais fico inteira e serena.

    Poema «Desenho», Mar Absoluto (1945).

    ▲ 2 ▼ 0

    2
  8. 8

    A vida só é possível / reinventada.

    Poema «Reinvenção», Vaga Música (1942).

    ▲ 2 ▼ 1

    1
  9. 9

    Liberdade, essa palavra / que o sonho humano alimenta / que não há ninguém que explique / e ninguém que não entenda.

    Romanceiro da Inconfidência (1953), Romance XXIV.

    ▲ 2 ▼ 1

    1
  10. 10

    Ou se tem chuva e não se tem sol / ou se tem sol e não se tem chuva!

    Poema «Ou isto ou aquilo», Ou Isto ou Aquilo (1964).

    ▲ 2 ▼ 2

    0
  11. 11

    O vento é o mesmo: / mas sua resposta é diferente, em cada folha.

    Poema «O vento».

    ▲ 1 ▼ 1

    0

Como essa classificação é ordenada? Pelo voto popular: cada ▲ soma um ponto e cada ▼ tira um. Qualquer pessoa pode votar e acrescentar o que falta.

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